Pré-Lançamento: Ar Tonelico Qoga (Jogo para PlayStation 3)

Dia 15/03/2011 estará sendo lançada a versão americana do 3º jogo a carregar o título “Ar Tonelico”. Chamado (na versão americana) de Ar Tonelico Qoga: Knell of Ar Ciel (a versão japonesa se chama “Ar Tonelico 3: Sekai Shuuen no Hikigane wa Shoujo no Uta ga Hiku”, algo com Ar Tonelico 3: A Canção da Garota que Puxa o Gatilho do Fim do Mundo), o jogo promete trazer os elementos “obrigatórios” da série e introduzir algumas mudanças neles. Para quem conhece a série ou gosta de JRPG’s (RPG’s japoneses), este jogo é uma grande promessa. O jogo é um lançamento exclusivo para PlayStation 3.

Ar Tonelico?

Para quem nunca ouviu falar da série… um breve resumo das características de cada jogo e das mudanças que houve entre o 1º e o 2º Ar Tonelico.

O 1º Ar Tonelico (no Japão chamado de “Ar Tonelico Sekai no Owari de Utai Tsuzukeru Shoujo“, algo como “Ar Tonelico: A Garota que continua a cantar no Fim do Mundo” e nos EUA chamado de “Ar Tonelico: Melody of Elemia” ou, em Português,  “Ar Tonelico: A Melodia de Elemia”) foi lançado para PlayStation 2 em Janeiro de 2006 no Japão, em Fevereiro de 2007 nos EUA e teve um lançamento de poucas unidades na Europa (em Maio de 2007) e essa versão do jogo é tão rara que a própria existência dela é amplamente desconhecida.


Capa da edição limitada da versão americana do 1º Ar Tonelico

O jogo trouxe alguns conceitos novos em meio a características já conhecidas de outros jogos da mesma desenvolvedora. A principal novidade que o jogo trouxe foi o conceito de “Dive”. Para poder criar novas magias, você deve “mergulhar” na mente da Reyvateil (numa espécie de mundo virtual chamado de Cosmosphere ou Soulspace) e jogar uma história com alguns aspectos bem similares a uma Visual Novel. Em tempo: Reyvateil é uma raça humanoide inicialmente artifical (praticamente indistinguível de um humano comum) composta apenas por indivíduos do sexo feminino e que são capazes de converter sons e músicas em diversas formas de energia, podendo criar efeitos que podem ser chamados, verdadeiramente, de “magia” (as magias em Ar Tonelico são chamadas de Song Magic, algo como “Canção-Magia”).  Posteriormente, o cruzamento natural das Reyvateils com humanos gerou as chamadas Reyvateils de 3ª geração, que já não são seres artificiais. Como Ar Tonelico é um jogo “descontraído” e não muito difícil, pode-se dizer que as Cosmospheres acabam sendo o grande diferencial (algo que até onde eu saiba é único da série Ar Tonelico) e uma das maiores atrações do jogo.

Além das Cosmospheres, o jogo tem um “sistema de conversa” entre o personagem principal e as Reyvateils: ao se encontrar “tópicos de conversa” em algum lugar do cenário ou ao se cumprir uma determinada condição, na próxima vez que o jogador for usar a opção de dormir, será dada a chance de se conversar com a Reyvateil sobre esse tópico. As conversas servem para aproximar mais as Reyvateils do personagem principal (e fazer um desenvolvimento secundário de personagem, mas interessante ainda assim) e, dessa forma, destravar níveis mais profundos da Cosmosphere da Reyvateil, permitindo-se fazer Dive mais a fundo para criar Song Magics mais fortes. Outra coisa que acabou virando “marca registrada” da série é a presença de vários diálogos e situações assim… digamos “insinuantes” ou “de duplo sentido” e em alguns momentos até mesmo a presença de uma arte um pouco mais ousada.

As batalhas são baseadas em turnos e os encontros são aleatórios, mas limitados. Cada seção de uma dungeon tem uma barra que diminui a cada luta vencida. Uma vez vazia a barra, as lutas aleatórias cessam. Mudando de seção ou saindo/reentrando na dungeon, as barras de todas as seções são resetadas. O sistema de batalha de Ar Tonelico é interessante e bem complexo. Meramente ganhar as batalhas pode ser feito na base do ataque-cura sem muito pensamento. No entanto para fazer os monstros deixarem itens raros é necessários entender bem o sistema de luta e usar, de modo inteligente e coordenado, ataques e magias (sim somente usando AMBOS você pode fazer os monstros deixarem TODOS os 04 itens diferentes que eles podem derrubar após as batalhas). Alguns ataques dos inimigos ao invés de visarem os personagens “da linha de frente” visarão a Reyvateil, que fica na parte de trás “carregando” (cantando) as magias. Quando isso ocorrer, o jogador poderá (e é aconselhável que você o faça) botar de 01 a 03 personagens da linha de frente (quantos são necessários depende do ataque) para proteger a Reyvateil.

Mais ou menos como ocorre em jogos simuladores de encontro, em dado momento, o jogador escolhe qual heroína vai fazer par com o personagem principal e passa a seguir a “rota” dela. Assim sendo, dá para se notar que o jogo tem vários finais. Além disso, ao final da fase 02 do jogo, há a escolha se o jogador quer assistir ao “final intermediário” da heroína escolhida ou prosseguir para a fase 03, onde haverá a chance de se ver o final “definitivo” daquela heroína ou ainda ver o final da 3ª Reyvateil, que só entra para o grupo na fase 03 (o final dela independe de qual heroína foi escolhida anteriormente).

O segundo Ar Tonelico (chamado, no Japão, de Ar Tonelico 2 Sekai ni Hibiku Shoujo-tachi no Metafalica, algo como “Ar Tonelico 2: A Metafalica das Garotas que Ecoa pelo Mundo” e nos States lançado como Ar Tonelico 2: Melody of Metafalica – “Ar Tonelico 2: A Melodia de Metafalica”… “O que é Metafalica?” – um leitor pergunta. Eu respondo: Uma Song Magic lendária no mundo de AT2. Mais que isso vira spoiler) foi lançado em Outubro de 2007 no Japão, em Janeiro de 2009 nos Eua e em Junho de 2009 na Europa. Assim como o 1º, este jogo foi lançamento exclusivo para PlayStation 2.


Capa da versão americana do 2º Ar Tonelico

O segundo AT trouxe de volta as Cosmospheres e as insinuações e/ou duplos sentidos juntamente com a arte “um pouco mais ousada” em alguns momentos. O sistema de conversa foi mantido e expandido: além do personagem principal com uma das Reyvateils, em certos momentos uma delas falará com outra (na prática, dentro do jogo, isso melhora a afinidade entre elas, permitindo-se ativar um certo tipo de magia chamado de “Combo Magic” de modo melhor e mais fácil). Duas personagens do 1º Ar Tonelico aparecem aqui: uma delas como NPC que controla a farmácia de uma das cidades do jogo (e que serve como Shop para o jogador) e a outra entrará para o grupo principal na 3ª fase da história. Além das Cosmospheres, há a Infelsphere, que serve para desenvolver a história da heroína escolhida (sim, assim como no 1º AT, aqui você também faz uma escolha e isso influi nos finais possíveis).

O sistema de batalha foi mantido no esquema de “por turnos”, mas o esquema per si foi bastante alterado e o aspecto de “proteger a Reyvateil” ganhou mais destaque: em se havendo um personagem de linha de frente para cada Reyvateil presente naquela batalha, cada personagem da linha de frente ficam incumbido de proteger uma Reyvateil específica dos ataques inimigos durante as “Enemy Phase” das batalhas. Em algumas batalhas, haverá mais personagens de linha de frente que Reyvateils (e um deles vai ficar sem ninguém para proteger) e em algumas lutas de história (mais raras) as Reyvateils vão se virar sozinhas.

Outras mudanças no jogo incluem: o modo como as Reyvateils sobem de level (você deve acrescentar cristais especiais na banheira, além de poder botar “acessórios de banho” e também sais aromáticos, e botá-las para tomar banho… mas não se preocupe… as cenas de banho são “100% Safe“, mesmo que seu/sua irmãozinho(a)/mãe/namorada esteja ao seu lado) e também a presença das I.P.D., Reyvateils que sofrem de uma condição especial e que você vai enfrentar ao longo da história (embora a maioria seja opcional) e que você pode tratar (usando “Dive Therapy”) e usá-las para conseguir um efeito especial em batalha (associando uma IPD a um personagem de “linha de frente”) ou, ao cumprir uma dada condição, ocasionar a entrada da IPD para o “Lady Cloche Fan Club”, o que tornará a Replakia mais forte. A própria Replakia é uma coisa nova do jogo: um comando especial que serve para ativar uma Song Magic que somente uma personagem pode usar e que tem como função dar bônus (que pode chegar a ser absurdo de tão alto, dependendo do caso) à magia (de ataque, apenas) sendo executada. Quanto mais IPD’s no fan club, mais forte fica a Replakia.

OK, mas e o tal do “Ar Tonelico Qoga”, qual é a dele?

O terceiro da série chega prometendo, primeiramente, manter o conceito da Cosmosphere e de fazer “Dive”, que são as maiores atrações da série. Mas para o post não virar o “Samba do Crioulo Doido”, vamos com calma.

Ar Tonelico Qoga se passa em Sol Cluster, uma das torres do mundo fantástico de Ar Ciel (cenário de todos os “Ar Tonelico”) e nos mostra uma sociedade bem diferente das dos demais jogos da série.  Em Ar Tonelico (1), as Reyvateils viviam, em regra, uma situação complicada que levavam muitas delas a servirem como “ferramentas” para uma das duas organizações mais influentes do mundo. Em Ar Tonelico 2, se a Reyvateil não sofresse de IPD, a princípio não faria muita diferença a menina ser Reyvateil ou uma humana comum (ao menos o jogo não retrata a situação das Reyvateils como sendo particularmente boa ou ruim). Em Ar Tonelico Qoga, no entanto, as Reyvateils formam uma organização que praticamente controla o mundo (e chamada Clustania) que tem como objetivo criar uma sociedade composta apenas por Reyvateils e humanos “purificados” (basicamente, escravos). 

Parte superior da torre de Sol Cluster

Nesse jogo você encarnará o personagem (principal) Aoto, que é aprendiz em fazer construções em grandes alturas. Apesar de ser imprudente (“age antes de pensar”), ele tem um enorme senso de “sempre terminar o que começou”. Ele nunca foi exatamente fã de Clustania, mas depois de encontrar Saki, passou a ver a organização como inimiga. Saki, por sua vez, é uma das heroínas principais e uma Reyvateil que foi criada em laboratório para um projeto que poderia afetar o mundo inteiro. No entanto, ela consegue escapar antes que o projeto fosse posto em prática e se mantem como fugitiva por alguns anos, até que acaba por esbarrar com o Aoto. Além da Saki, há outra “heroína principal”, Finnel, que é uma Reyvateil Pureblood β-Type (o que significa que ela é uma espécie de clone das Reyvateils originais e não resultado do cruzamento de uma Reyvateil com um humano) desajeitada que trabalha num restaurante, mas parece ter ligação significante com Clustania.

Reunidos com mais alguns personagens, Aoto, Saki e Finell vão começar uma aventura onde eles lutarão contra a injustiça e podem acabar encontrando a chance de mudar todo o planeta (quem jogou Ar Tonelico 2 e viu os finais sabe do que eu estou falando, certo?). Ou quem sabe não, né?

 
Capa (versão japonesa) do 3º Ar Tonelico, mostrando Finnel (à esquerda), Aoto (mais embaixo) e Saki

 

Quais as novidades de “Qoga” (em relação aos demais “Ar Tonelico”)?

Provavelmente a primeira coisa que vai chamar a atenção de quem conhece a série são os gráficos: agora inteiramente em 3D (e eu diria que ‘convincentes’)… os gráficos de Ar Tonelico (e também o character design) sempre foram um dos pontos que levantaram alguns lamentos entre os fãs e agora parece que esse “problema” será superado (até o character desing dos personagens eu achei melhor em “Qoga” do que em AT2).

Não são os melhores gráficos que você já viu, mas melhorou muito em relação aos anteriores

Mais que uma cara mais simpática, Ar Tonelico Qoga vai mexer (na verdade já mexeu, a versão japonesa foi lançada em Janeiro de 2010) com o sistema de batalhas: agora as batalhas serão em tempo real (e sim, você ainda precisará continuar a proteger a Reyvateil), com você, jogador, controlando um dos personagens do grupo, enquanto a IA da máquina controlará os demais personagens “de linha de frente” (que agora, na prática, deve deixar de existir, mas vocês me entendem, certo?). Não muito é dito sobre a Reyvateil, mas é provável que ela fique paradinha no canto dela cantando a magia (que é você jogador que deve escolher) e só lançá-la a partir de um comando seu também (ou, diferentemente dos anteriores, onde a carga podia ser “infinita” desde que houvesse MP sobrando, pode ser que em Qoga a magia em algum momento “fique pronta” e se ative automaticamente).

Note como os personagens não estão minha “alinhados” diferentemente do que ocorre em “batalhas por turno”

Outra novidade é a utilização de um sistema chamado “R.A.H. System” que permite, dependendo das ações do jogador, combinar e provocar mudanças nas Song Magics, além disso, dependendo do que for feito, podem ser obtidos efeitos adicionais (como, por exemplo, aumentar o ataque dos personagens da “vanguarda” -aqueles que até aqui eu chamava de ‘linha de frente’). Ao que parece, o R.A.H. System será influenciado pelo Dive (que funciona no mesmo esquema dos jogos anteriores): a personalidade encontrada dentro da Cosmosphere usa uma roupa própria (que depois fica disponível para ser usada em batalha) e usando-se essa roupa, a preferência dessa personalidade para Song Magic de alguma forma provocará alterações no R.A.H. System. Ou seja, fazer “cosplay” em AT Qoga trará mais mudanças ainda às batalhas que nos jogos predecessores.


Finnel “carregando” uma magia


Ué!? Cadê o resto das roupas da Finnel? =P

O “sistema de conversa” tradicional da série aqui retorna e é expandido: além de poder conversar com as Reyvateils (e muito provavelmente destravar regiões mais profundas da Cosmosphere delas), agora existirão tópicos de conversa com outros membros do grupo (efeito… desconhecido).

Não é exatamente uma novidade do jogo, mas esse é o primeiro jogo da série classificado, nos Estados Unidos, como “M”. Todos os jogos anteriores foram classificados como “T” (de “Teen”, ou seja, o jogo é “13+”). O que esse “M” significa? Bem, depois de dar uma olhada no jogo, um site internacional brincou dizendo que esse “M” era de eMbarrassing, devido às cenas um tanto quanto mais ousadas e aos diálogos de duplo sentido, trocadilhos e gemidos “suspeitos” que o jogo tem (e que poderiam te deixar embaraçado na frente de outras pessoas), mas que, na prática, o jogo não tem nada de realmente ofensivo ou de explícito e, por isso, talvez a classificação de “M” (Mature, 17+) possa ser interpretada como um pouco de exagero, embora AT Qoga pareça estar um bocado mais “atrevido” que seus antecessores diretos.

Para quem quiser saber mais um pouquinho, o site oficial do jogo é : www.nisamerica.com/games/atq/

Trailers

“English Trailer”:

Curiosamente o que estraga o trailer é a dublagem em Inglês…

Mais um trailer:

Sem a dublagem para atrapalhar, com algumas cenas iguais ao anterior, mas com outras diferentes

Meu intento original era botar aqui um trailer que incluísse gameplay, mas os dois que eu achei são bem confusos (especialmente porque não sabemos como funciona ao certo o mecanismo de batalha). Quer assim mesmo? OK. Um pequeno aviso extra: esses trailers de “gameplay” focam mais um pouco, na verdade, em mostrar uma das Reyvateils usando magia.

Saki Gameplay Trailer:

Eu vi… Cocona-chan! *_*

Finnel Gameplay Trailer:

 

Onde comprar?

Como todos sabem, um desbloqueio “100% garantido” e “definitivo” do PS3 é algo que (ainda?) não está concretizado, então quem quer jogar um jogo tem que coçar o bolso e comprá-lo. No caso de Qoga, existe uma versão exclusiva para quem comprar no site oficial (“NIS Store”) da empresa publicadora (“publisher”) do jogo. Essa versão exclusiva vem com a “Premium Box” mais um calendário com arte do jogo. A versão não-exclusiva vem “apenas” com a Premium Box (contendo o jogo, a trilha sonora oficial e um Artbook).


Itens inclusos na “Premium Box”

Se você tem um cartão de crédito internacional ou um conta no PayPal com fundos, há várias opções de onde comprar.

Para comprar a versão limitada, não tem muita escolha, apenas a NIS Store vende (ao menos oficialmente falando):

NIS Store – US$ 69,99 + Frete (no meu caso o frete foi de US$ 27,69, mas há uma opção de frete mais barato que eu escolhi)

Para a versão não-exclusiva que vem “apenas” com a Premium Box, mais algumas opções:

NIS Store – US$ 59,99 + Frete

Play-Asia – US$ 64,90 + Frete (frete mais barato = US$ 6,40)

eStarland – US$ 57,95 + Frete

– Depois que o jogo for lançado, você pode ainda procurar no Ebay. Não é sempre tão seguro quanto comprar numa loja “confiável”, mas se você souber onde pisa, pode ser que você ache bem em conta.

Para quem não tem cartão internacional ou conta “abastecida” no PayPal… há esperanças:

Katamari Toys: uma loja virtual BR especializada em importar games, miniaturas e itens colecionáveis diversos. Já comprei várias coisas lá e nunca tive problemas com eles (quer dizer, isso se você não contar a trapalhada DOS CORREIOS). Basta mandar um e-mail para eles perguntando se eles conseguem e quanto ficaria (pode ser até que TALVEZ eles consigam a versão exclusiva da NIS Store com o calendário) e torcer para algum fornecedor deles ter como conseguir.

Mercado Livre: Há alguns vendedores lá que importam games regularmente e pode ser que algum(ns)  importe(m) AT Qoga. Mas você só vai ter chance de achar algo depois do lançamento. Uma pesquisa minha lá revelou já haver um vendedor prometendo ter o jogo em 22/03 para pronta-entrega…

– REZE para que alguma loja ou loja virtual “de renome” importe. Sendo esse um jogo de nicho e aqui sendo Brasil, as chances são poucas, no entanto.

Se você tem um PlayStation 2 e quer jogar os dois primeiros jogos da série (ou um deles, em específico), o Play-Asia ainda tem (algumas unidades) tanto do Ar Tonelico: Melody of Elemia (US$ 34,90 + frete) quanto do Ar Tonelico 2: Melody of Metafalica (em oferta: US$ 39,90 + frete). Ou fale com a Katamari Toys e veja se eles conseguem.

Finalizando…

Uma das marcas da série Ar Tonelico é ser um (J)RPG “Old School”, com batalhas aleatórias, equipamento “customizável” e um certo ar de nostalgia para quem já é velho de guerra no gênero. Os jogos não são difíceis (depois que você pega o jeito), então eles são jogos bons para se jogar relaxado e distrair a mente, num momento de lazer light. As músicas, em via de regra, são muito boas (aliás como é de se esperar num jogo onde as magias são baseadas em “canções”) e algumas talvez passem a fazer parte de sua playlist depois que você jogar “Ar Tonelico”.

Ar Tonelico Qoga vem trazendo uma roupagem gráfica nova à série, mas promete não “trair” as características básicas de Ar Tonelico (e ele dá a impressão de estar mais parecido com o 1º do que com o 2º AT), então os potenciais compradores de AT Qoga, estejam alerta do tipo de jogo que ele é (ou promete ser): uma aventura divertida, um jogo relativamente fácil, mas que deve lhe render bons momentos de diversão. Em tempo: Não é necessário que você tenha jogado algum Ar Tonelico anterior para poder jogar “Qoga”, mas se você tiver a chance de jogar os jogos em ordem, você certamente vai entender melhor algumas passagens e se sentir melhor ambientado no mundo de “Ar Ciel” que lhe é apresentado, aos poucos, ao longo dos jogos.

Boa diversão!

Agradecimentos ao meu nobre amigo Felipe pela força com alguns detalhes e informações do post.

Rafael-san, o Enxugador de Gelo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *