Afinal, que todos queriam?

A Copa do Mundo 2010 acabou mais cedo para Brasil e Argentina que, certamente, escorregaram na petulância de seus treinadores.

Não se pode culpar ninguem mais pela derrota do Brasil, senão o Dunga. Quanto a Argentina, “los hermanos” que se preocupem com seus culpados.


O Brasil, governado com mão de ferro pelo anão espiritual Dunga, jogou incrivelmente mal em todos os jogos. Só escapou da fase inicial, por ter dado a felicidade de cair em uma chave medíocre, de times inexpressivos como Coréia do Norte e Costa do Marfim. E não escorregou no ruim Portugal por uma questão de pura sorte!

Já a Argentina, capitaneada pelo nariz de ouro Maradona, em outra chave que “não era assim uma Brastemp”, conseguiu resultados um pouco melhores.

O que ambos os times têm em comum? Serem de países latino-americanos inimigos declarados no futebol, com técnicos ruins e inexperientes que nunca haviam treinado sequer um time de botão, quanto mais uma seleção.

Os casos brasileiro e argentino são emblemáticos, pois ambas as confederações escolheram para suas seleções, técnicos sem nenhuma pré-experiência profissional no cargo. É preciso que se tenha em mente que bons jogadores não necessariamente serão bons treinadores. Maradona foi, sem dúvida, um jogador infinitamente melhor que dunga. Já como técnico de seleção, Dunga se saiu um pouco melhor que Dieguito. Mas que se diga a verdade: os dois fracassaram solenemente!

A Copa de 2010 foi o fiel da balança para ambos, e a disputa entre eles foi mortal… Um mal humorado e nervosinho Dunga, contra um arrogante e falastrão Maradona. O primeiro engasgou-se com o veneno de sua maçã. O segundo escorregou na própria língua, caindo fragorosamente de quatro.

Certamente, esta foi “a final” que ninguém gostou de ver.

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