Guardas estupram virgens para que elas possam ser executadas

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Segundo contou o Sankaku Complex, o Irã estaria fazendo guardas “casarem” com garotas virgens na noite anterior à execução destas e deflorá-las para que a execução esteja de acordo com as leis Islâmicas. A notícia teria aflorado através de um entrevista com um membro de um grupo paramilitar conhecido pela sua extrema lealdade para com o governo do Irã.

Ele explicou que durante o tempo que foi membro da organização, teria recebido a “honra” jovens garotas para que estas pudessem ser executadas sem contraria a lei Islâmica. Como a lei proíbe a execução de garotas virgens, a solução encontrada pela teocracia para contornar o problema e tornar as execuções legais foi “casar” as garotas e fazer com que estas tivessem a virgindade removida na noite anterior à execução. Ao que parece, muitas garotas temiam mais pela “noite do casamento” do que pela execução que se seguiria na manhã seguinte.

Segue um trecho da entrevista, em Inglês, como consta na matéria original:

I regret that, even though the marriages were legal, because I could tell that the girls were more afraid of their ‘wedding’ night than of the execution that awaited them in the morning. And they would always fight back, so we would have to put sleeping pills in their food. By morning the girls would have an empty expression; it seemed like they were ready or wanted to die.
I remember hearing them cry and scream after [the rape] was over. I will never forget how this one girl clawed at her own face and neck with her finger nails afterwards. She had deep scratches all over her.

O governo iraniano nega, dizendo tratar-se de propaganda oposicionista: “É óbvio que a publicação dessas mentiras descaradas tem como objetivo apenas a hostilidade e ressentimento com o Islã e a República Islâmica do Irã”.

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